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Sabedoria
"Sublata lucerna nulla est fides" Uma vez apagada a luz,some a confiança.
CATULO (Roma,séc I a.C.)
Escrito por Marco Aurelio Klein às 16h00
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O retorno
Mesbla está de volta Uma das marcas varejistas mais fortes do mercado até o final dos anos 90, quando decretou falência, prepara sua volta à ativa. Está prevista para ser lançada em abril a operação de e-commerce da Mesbla, que terá foco em artigos femininos. O endereço mesbla.com.br já exibe um site teaser (clique aqui para ver).
Ainda neste mês passará a atender em circuito fechado, para cerca de 75 mil consumidores convidados a testá-lo. O projeto é tocado pela Mercantil Brasileira, que assinou contrato de cessão com o empresário Ricardo Mansur, dono da marca Mesbla. A agência J3P foi contratada para cuidar do conceito do site de compras e da estratégia de comunicação do relançamento da Mesbla.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 15h58
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Tatoo
Ex-militar britânico tatua os nomes de 223 colegas mortos no front do Afeganistão O ex-soldado britânico Shaun Clark cumpriu nesta quarta-feira (11) sua promessa de tatuar os nomes de todos os seus colegas mortos no Afeganistão.
Clark, de 43 anos, gastou mais de quatro horas na cadeira do tatuador, segundo o tabloide britânico "Daily Mail". Ele tatuou, no peito e nas costas, o nome de 223 colegas mortos na polêmica guerra contra o Talibã e a al-Qaeda, liderada pelos EUA. Clark serviu no 8º Regimento do Batalhão de Infantaria Ligeira entre 1989 e 1996. O ex-militar, que mora em Doncaster. afirmou que foi dolorido fazer as tatuagens, mas que ele não se importava de sofrer "por uns poucos dias" para fazer a homenagem.
Ele disse que também tem a intenção de, com sua proeza, arrecadar 500 libras (mais de R$ 1.400) em caridade para os militares feridos na guerra. Clark afirma que tem recebido muitas mensagens de apoio de soldados que estão no front afegão.
Pai de dois filhos, ele garantiu que sua mulher no começo estranhou, mas depois apoiou sua ideia.
Clark serviu na Dinamarca, em Gibraltar e na Noruega antes de deixar o Exército.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 15h57
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O de sempre
Vândalos Torcedores organizados de Corinthians e Palmeiras não poupam nem o Futsal. Em Jundiaí, a violência dos vândalos impediu a continuidade do jogo entre os dois times quando o placar apontava 3x3.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 10h30
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Alerta apra baladeiros... No Sudão
Chibatadas O jogador nigeriano Worgu, do Al-Merreikh do Sudão foi condenado a pagar multa de cerca de mil dólares e levar 40 chibatadas por dirigir embriagado.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 10h27
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Candidato
River Plate pode ter ex-jogador como presidente Daniel Passarella, ex-jogador e treinador do River Plate (também treinou o Corinthians) oficializou sua candidatura à presidência do tradicional clube portenho em eleições marcadas para dezembro. Motivação para Rogerio Ceni que sabidamente almeja ser presidente do São Paulo FC.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 10h24
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Acidente
Questão de Segurança Na segunda divisão do estadual do Rio um grave acidente: numa disputa de bola, Renatinho, jogador da Portuguesa, chocou-se com um muro que está próximo demais do campo e sofreu grave traumatismo craniano. O fato ocorrido no estádio Arthur Sendas, em São João do Meriti, é grave e demanda atenção dos responsáveis pelos laudos prediais de estádios.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 10h20
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Tristeza no mundo do futebol
Futebol alemão e mundial lamentam morte de goleiro Robert Enke; leia frasesDo UOL Esporte
Robert Enke, goleiro do Hannover 96 e da seleção da Alemanha, suicidou-se na última terça-feira. O ex-jogador, que recebia tratamento para depressão desde 2003, foi atropelado por um trem em uma estação próxima à cidade de Hannover. A hipótese de suicídio ganhou força após a polícia alemã encontrar uma carta de despedida de Enke.
A morte do ex-goleiro gerou uma grande comoção na Alemanha e no mundo do futebol. A seleção alemã, inclusive, cancelou o amistoso que faria contra o Chile no próximo sábado, em razão da trágica morte de Enke. Nesta quarta-feira, várias personalidades do futebol manifestaram sua tristeza e perplexidade com a repentina morte do jogador. Confira o que disseram alguns deles. Inclusive, no dia do suicídio ele me ligou e assegurou que estava melhor [da depressão]
Valentin Makser, o médico que tratou a doença do goleiro As fases depressivas eram difíceis, mas já tínhamos passado por outras muito difíceis em Barcelona e Istambul, e tínhamos conseguido vencê-las com ajuda do doutor Makser
Teresa Enke, viúva do ex-goleiro. Fiz de tudo para estar ao seu lado. No fim, ia com ele aos treinamentos. Achava que com amor podíamos superar.
Mais da viúva do ex-goleiro Estou atordoado. Não tenho palavras
Michael Ballack, capitão da seleção alemã que conhecia Enke desde os 13 anos de idade Podem comentar se a decisão foi certa. Mas vocês não estão no meio. Jogadores sentiram tanto quanto eu
Oliver Bierhoff, diretor da seleção alemã, emocionado, sobre cancelamento de amistoso com Chile É difícil descrever meus sentimentos. Estou totalmente chocado, totalmente vazio. Sentiremos sua falta, por ser um atleta do primeiro escalão e um ser humano excepcional
Joachim Low, técnico da seleção alemã. Nos perguntamos: por quê? Não sei, mas em sua memória, faremos tudo para que um atleta não chegue a isso
Theo Zwanziger, presidente da Federação Alemã de Futebol. Meus pensamentos estão com a família, e espero que eles possam achar forças para lidar com a dor
Joseph Blatter, presidente da Fifa Foi uma grande perda, ainda mais como foi. Fiquei muito triste. O futebol do mundo está de luto
Rafinha, lateral do Schalke 04, próximo adversário do time de Enke, o Hannover 96, na Bundesliga. Lamento muito o que aconteceu. No Borussia, todos também estão chocados. Já joguei contra ele, mas não tinha intimidade. Era uma pessoa muito querida por todos no país e era o capitão do seu time
Felipe Santana, zagueiro brasileiro do Borussia Dortmund Chegamos antes do treino e o clima estava muito ruim. A notícia foi chocante, todos se perguntando o motivo
Maicosuel, meia brasileiro do Hoffenheim No treino todos os jogadores estavam absolutamente chocados com a maneira com que tudo isso aconteceu. Meus companheiros que conviveram com ele disseram que se tratava de uma ótima pessoa. É realmente inexplicável
Raffael, atacante brasileiro do Hertha Berlin.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 18h52
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Bancões
Para quem tinha dúvida sobre quem comprou quem A aposentadoria do nome Unibanco Desde que o processo de fusão entre o Itaú e o Unibanco foi iniciado no ano passado, era consenso que a marca Unibanco deixaria de existir, substituída pela do Itaú. O problema para a equipe que conduzia o processo era justamente como fazer isso. A opção foi por uma substituição paulatina, dividida em várias etapas, que deve se estender até o fim de 2010. A primeira delas deve acontecer em janeiro, na campanha publicitária do banco programada para o período das férias de verão. O lema dos comerciais deverá ser “Itaú 30 horas” - numa referência à assinatura que há mais de uma década foi símbolo do Unibanco. A partir de março, será a vez das cerca de 1000 agências do Unibanco começarem a ser transformadas em Itaú. A previsão é que essa mudança ocorra ao ritmo de 150 agências por mês.
Esse processo de troca - chamado transição de marca - praticamente se tornou uma expertise do Itaú, em decorrência de sua agressiva política de aquisições. Recentemente, o banco eliminou na Argentina o sobrenome Buen Ayre que adotava há quase uma década junto ao logotipo Itaú, em uma operação coinsiderada extremamente bem-sucedida. O mesmo aconteceu no Chile, onde a marca BankBoston foi substituída pela Itaú há três anos. No Brasil, essa transição do BankBoston para Itaú Personalité foi mais complexa. O banco brasileiro teve que eliminar a marca e trocar tudo em um fim de semana por exigência contratual. O perfil dos clientes do BankBoston era bem diferente dos do Itaú e o banco teve que empreender um esforço gigantesco para provar a eles que nada mudaria. No caso do Unibanco, o Itaú não quer correr nenhum risco desse tipo - daí a adoção do lema 30 horas, justamente para mostrar o quanto o Itaú valoriza as qualidades do antigo concorrente.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 19h56
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Disputa entre gerações
"Nadal e Federer teriam nos destroçado", analisa Lendl Madri (Espanha) - Ao comparar sua época com os tempos atuais, o ex-número 1 do mundo Ivan Lendl admitiu que os melhores jogadores da sua geração não poderiam fazer nada contra os expoentes de hoje, como Roger Federer ou Rafael Nadal, por causa das mudanças no tênis desde então.
"Os tenistas e nadadores de outras épocas não resistiriam aos atletas de hoje. Nadal e Federer nos dariam nenhuma opção: vamos derrubar ou destruir. Não poderíamos fazer nada contra esses caras tão altos e que se movem tão bem. Nosso jogo era muito mais lento", lembrou Lendl, que apontou os novos treinamentos, a melhor nutrição e o progresso na medicina como principais fatores para a melhora na qualidade dos jogadores.
Em entrevista ao diário espanhol As, o ex-número 1 do mundo, que chegou ao topo do ranking em 1983, considerou Federer o melhor jogador da história. "Os números dizem tudo. Roger bateu o recorde de títulos de Grand Slam, certo? E para conquistar os 15 títulos, chegou a 21 finais de grandes torneios, das quais 19 foram de Grand Slam. Simplificando, Roger é muito melhor do que qualquer outro", analisou Lendl.
Ele também elogiou Nadal, a quem descreveu como uma maravilha do físico e do trabalho. "Eu admiro o jeito como ele ganhou em Wimbledon. Depois de perder duas finais, ele identificou tudo o que precisava para ser campeão, foi lá e ganhou de ninguém menos que Federer, em um jogo épico. Isso prova o que disse antes sobre o que acontece quando se juntam os novos métodos de treinamento, alimentação, preparação física e alguém de quase 1,90 m, que é capaz de se mover como Nadal", observou.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 19h27
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É? E daí?
Após "repetição de erros", Simon não apita mais o Campeonato BrasileiroDo UOL Esporte
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou na tarde desta segunda-feira que o árbitro Carlos Eugênio Simon está afastado do Campeonato Brasileiro. A suspensão do gaúcho presente no quadro da Fifa vem um dia depois da atuação polêmica na vitória por 1 a 0 do Fluminense sobre o Palmeiras neste domingo, mas acontece em "decorrência" da sucessão de equívocos ao longo do torneio.
Em nota oficial publicada em seu site oficial, a CBF informou que "em virtude da repetição de erros cometidos durante a competição, o árbitro Carlos Eugênio Simon (RS), que apitou o jogo Fluminense x Palmeiras, domingo, no Maracanã, está afastado até o final do Campeonato Brasileiro 2009."
Na partida em questão, Simon invalidou um gol marcado pelo atacante Obina no primeiro tempo, quando a partida estava empatada por 0 a 0. O árbitro gaúcho alegou que o palmeirense cometeu falta no adversário Maicon ao subir para cabecear, mas as imagens televisivas mostraram que o camisa 28 do time alviverde, na verdade, foi puxado pelo jogador do Flu.
Árbitro brasileiro nas Copas do Mundo de 2002 e 2006, Simon também não viu uma cabeçada que o atacante Alan deu no lateral-esquerdo Pablo Armero, que inclusive deixou o campo sangrando com um corte no supercílio, na segunda etapa de jogo. Ademais, o zagueiro alviverde Danilo teria sofrido pênalti após ser derrubado por Gum.
O desempenho de Simon na partida causou ira na diretoria palmeirense. Ainda nos vestiários do Maracanã, o gerente de futebol Toninho Cecílio avaliou a atuação do árbitro como "covarde" e intimou o juiz a prestar esclarecimento pela invalidação do gol de Obina.
Já o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo vociferou em carta publicada na manhã desta segunda-feira, dizendo ao Blog do Juca que o gaúcho era um "operador oficial de interesses escusos" e, ao jornal Lance!, que o apitador "é vigarista, safado e crápula".
Outra atuação polêmica de Simon neste Brasileirão se deu no clássico paulista entre São Paulo e Santos, em 25 de outubro, pela 31ª rodada. O mediador do jogo expulsou o goleiro Rogério Ceni por um choque com o atacante santista Jean e foi acusado pelo camisa 1 tricolor de "persegui-lo". Os santistas também se queixaram do pouco tempo de acréscimo dado pelo juiz no segundo tempo.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 18h59
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Cartão vermelho para Simon
A proposta do presidente do GaloAlexandre Kalil reconhece que o Galo acabou indiretamente favorecido pelo erro de Carlos Simon contra o Palmeiras. Mas avisa que vai regularmente ao Rio apenas para manter o veto ao árbitro gaúcho nos jogos do Atlético Mineiro. E tem uma proposta, simples, mas, segundo ele, "revolucionária": "Com a força que o Palmeiras tem, basta reunir o Clube dos 13, e pegar umas 15 assinaturas pedindo a exclusão do Simon do futebol brasileiro".
Escrito por Marco Aurelio Klein às 18h56
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Presidente do Palmeiras detona Simon
Belluzzo: ‘Simon é vigarista e está na gaveta de alguém’ POR Thiago Salata
Luiz Gonzaga Belluzzo detonou Carlos Eugênio Simon e ameaçou até partir para as vias de fato caso encontre com o árbitro da partida entre Palmeiras e Fluminense, no Rio. Já no fim da noite deste domingo, o presidente do Verdão soltou o verbo em entrevista ao LANCENET!.
De São Paulo, o dirigente viu a derrota da equipe pela TV e ficou enfurecido com o erro de Simon, que anulou gol legal de Obina. E declarou que a arbitragem estava a serviço de alguém. – É vigarista, safado e crápula. Se eu encontrá-lo na rua, dou uns tapas no vagabundo – disparou Belluzzo, enfurecido. O renomado presidente palmeirense, economista e sempre ponderado nos argumentos, tem ciência da força das palavras que usou e afirmou ainda que o árbitro pode processá-lo se quiser. A reportagem tentou contato com Simon, que não atendeu às ligações. A conversa com Belluzzo durou cerca de 15 minutos. Confira a íntegra do papo com o revoltado presidente do Palmeiras, horas depois de ver o seu time perder a liderança do Brasileirão: L!: Você estava no Maracanã? B: Não, assisti a partida de São Paulo, pela TV. Minha mãe está com problemas de saúde e não viajei com o time para o Rio. L!: Qual a sua análise da atuação do Palmeiras e do árbitro? B: O time não jogou bem, como o Fluminense também não. O jogo foi um ruim, com os dois jogando mal. Mas se pode jogar mal, como o Palmeiras e o São Paulo já jogaram e ganharam. O Simon determinou o resultado o jogo. O Simon assaltou o Palmeiras! Não tinha nenhum motivo para anular o gol. Foi má fé, foi roubo! L!: As palavras são fortes... B: Para variar, ele está na gaveta de alguém. Só dá para entender assim. Ele dar uma falta dessas! Ele deve estar fazendo favor a alguém. Não sei para que time, se quer tirar o time da Segunda Divisão. Ainda houve um pênalti vergonhoso no Danilo. O Sérgio Corrêa não devia ter escalado esse vigarista, que vai para a Copa do Mundo. O cara assaltou o Palmeiras, é inacreditável. Ninguém tem dúvida do lance, nem os jogadores do Fluminense. O Palmeiras não jogou bem, mas fez 1 a 0 e isso era importante. A gente poderia segurar o jogo depois, é inaceitável. L!: Então, você acha que o Simon entrou já mal intencionado? B: Na minha opinião, ele fez um serviço para o Fluminense, porque se o Fluminense não ganha, ficaria complicado para eles. A tabela favoreceu o São Paulo. Isso me lembra muito o gol do Leivinha de 1971. Esse cara é sem vergonha. L!: Você citou o São Paulo. Acha que há alguma ligação no erro com o concorrente ao título? B: Não posso dizer isso. Digo que quem saiu favorecido foi o Fluminense e o São Paulo, objetivamente. Estou dizendo que o Simon é safado, um sem vergonha e crápula. L!: O Palmeiras fará o que? Vai protestar na CBF? B: Adianta fazer protesto? A única coisa que se pode fazer é encher o cara de porrada depois de um assalto desse. O cara foi de má fé! Ele já devia ter sido excluído do futebol. Vamos lembrar todas as trapalhadas que esse árbitro já fez. L!: Presidente, sinceramente, nunca o vi tão alterado... B: Você nunca me viu assim, mas não dá! Não tem erro de interpretação no lance, o cara do Fluminense está atrás. Ele fez de caso pensado. Eu que o encontre na rua, porque não tenho medo de ninguém. Tenho 67 anos e, se encontrar o Simon na rua, eu dou um tapas nesse vagabundo. L!: Vou escrever tudo o que você está falando, presidente... As falhas do Simon não podem ter sido apenas técnicas na partida? B: Pode escrever tudo o que estou falando. Não é só ruindade técnica, é mal intencionado. Ele pode me processar! Até gostaria de encontrá-lo no tribunal. Não tenho medo de processo, pois mostro os jogos em que ele apitou. É um sem vergonha, isso é demais. Um cara desse me processar é uma honra. L!: Então você vê esquemas no campeonato? Como será até o fim? Faltam quatro jogos... B: Você está vendo o que está acontecendo nesse final. Só falta urubu voar de costas. L!: Você acha que essa partida pode dar um baque no Palmeiras, que ainda pode ser campeão nas últimas rodadas? B: O time é feito de profissionais. Quem tem de falar são os cartolas. Eles têm de ficar quietos. Eles são profissionais, tem de ter cabeça fria. Eu fico de cabeça de quente. Eles têm de jogar. L!: Presidente, vou repetir: tudo o que foi dito será publicado... B: Eu não devo nada a ninguém, então falo o que eu acho. Eu sempre fui muito ponderado, mas dessa vez não dá. Não dá mesmo. Foi um assalto, um roubo!
Escrito por Marco Aurelio Klein às 18h55
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"Mala branca"
"Não há nada de anormal um time receber prêmio extra para ganhar um jogo.Inaceitável é receber dinheiro para perder."
PELÉ
Escrito por Marco Aurelio Klein às 12h45
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PAN 2015
Toronto vence Lima e sediará evento em 2015 Seis novos esportes serão disputados em Guadalajara-2011 GUADALAJARA, México. Toronto, no Canadá, será a sede dos Jogos Pan-Americanos de 2015. O anúncio foi feito ontem, em Guadalajara, no México.
A cidade canadense recebeu 33 votos, contra 11 de Lima e 7 de Bogotá. O país já sediou o evento outras duas vezes, em 1967 e 1999, ambas em Winnipeg.
Toronto convenceu os delegados da Organização Desportiva Pan-Americana (Odepa) com um projeto no qual se destacam uma boa infraestrutura esportiva, a maior parte já pronta, e o comprometimento em realizar o evento de forma sustentável e completamente livre de emissões de carbono.
A Odepa também definiu as seis modalidades que serão incorporadas ao programa pan-americano já nos Jogos de Guadalajara, em 2011: caratê, boliche, esqui aquático, squash, patinação sobre rodas e pelota basca, que fez parte da programação de um Pan pela última vez em 2003, em Santo Domingo, na República Dominicana. O evento, em 2011, terá 36 esportes.
O futsal, que foi disputado pela primeira vez nos Jogos no Pan do Rio, em 2007, ficou de fora da próxima edição dos Jogos
Escrito por Marco Aurelio Klein às 11h11
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Naming Rights
Por quê ainda não funcionou no Brasil? Enquanto a mídia, especialmente a TV (leia-se Rede Globo) não respeitar o nome do patrocinador, a exemplo do que aconteceu em Curitiba com o estádio do Atlético Paranaense, quando simplesmente ignoraram o Kyocera Arena, não vai funcionar no Brasil. A Emirates, companhia aérea dos Emirados Árabes, pagou uma fortuna para dar o nome ao novo estádio do Arsenal e ninguém na mídia inglesa (e brasileira, diga-se) evita o nome Emirates Stadium. Idem nos EUA com United Arena do Chicago Bulls, bem como com todos os outros estádios com patrocinadores. Aí funciona e vale muito dinheiro. Curioso é que funciona com as casas de espetáculos.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 11h03
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De Engenhão a Vazião e agora...
"Stadium" é novo nome do Engenhão Procurada pelo Botafogo Futebol e Regatas, a Pepira Empreendimentos, em parceira com Luiz Calainho, empresário do ramo de mídia e entretenimento, assumiu a gestão de negócio e publicidade do Estádio Olímpico Municipal João Havelange, o Engenhão, arrendado pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro ao clube.
O primeiro projeto dessa parceria é a criação de um novo nome para o estádio que, é claro, não substituirá o original. "O apelido Engenhão não faz jus à magnitude do equipamento que temos em mãos", afirmou Calainho - se referindo ao apelido devido à localização do estádio, o bairro de Engenho de Dentro, zona norte do Rio.
À frente do escolhido Stadium (proveniente do latim e não do inglês) irá entrar o nome de um patrocinador, numa ação de naming rights que valerá por cinco anos. O patrocinador terá sua marca estampada em inúmeros pontos do estádio desde sua entrada, arquibancadas, sinalização e dentro do campo, plano de mídia anual em TVs, jornais, rádios, internet e mobiliário urbano e ações promocionais, além de circuitos de publicidade (que poderão incluir até 64 painéis) no entorno do estádio.
Segundo Calainho, a busca por patrocinadores é algo essencial mas ainda pouco explorado no Brasil. "Nossas pesquisas nos mostraram que o futebol movimenta US$ 300 bilhões, dos quais um terço vem do de contratos de patrocínio. Vamos explorar esse lado", contou o enpresário.
A parte de entretenimento também será valorizada com projetos de shows - o primeiro em negociação será com Paul MacCartney, em março - espetáculos a preços populares e eventos que normalmente são realizados no Maracanã - que estará fechado para obras nos próximos três anos.
O entorno do estádio também ganhará revitalização. Já está sendo negociada com uma empresa a ocupação de um prédio anexo ao local até então desocupado, para a criação de um centro médico, implementação de uma universidade e de um centro de convivência com vistas às Olimpíadas.
A criação do portal "Stadium web" permitirá ao navegante assistir à Stadium TV, que mostrará backstage dos shows e preliminares dos jogos e outros a eventos esportivos, assim com ao participação do Stadium Clube, que consistirá num programa de vantagens para os cadastrados.
O incremento de serviços é a parte que está mais encaminhada. Oito redes de fast food de segmentos diferentes já assinaram contrato. Serão Bob's, Doggis, Nestlé, Patroni, Forno de Minas, Frescatto, Funny Pop e Casa da Empada. Também serão inaugurados três restaurantes com vista panorâmica do local, ainda não definidos.
A nova logo, desenvolvida pela agência Kombo, tem três versões. A com uma bola será utilizada em jogos de futebol. Outra com uma espécie de labareda estará em eventos de esportes olímpicos. Já a terceira, com uma estrela, representará os eventos de entretenimento.
A previsão de investimentos em todo esse projeto que pretende transformar no Engenhão o maior pólo de esportes e entretenimento do Rio é de R$ 20 milhões, grande parte provido pelo futuro patrocinador.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 10h55
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