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Aposentadoria?
Se ficar parado em 2010, Kimi Raikkonen receberá R$ 5 milhões a mais no salário Kimi ganhará mais se ficar parado em 2010Fora da Ferrari após um acordo, Kimi Raikkonen poderá ter um 2010 mais lucrativo se optar por ficar fora das pistas da Fórmula 1. Parado, o finlandês receberia R$ 43,5 milhões (€17 milhões), cinco milhões a mais do que teria em sua conta se aceitasse a oferta da McLaren para a próxima temporada. De acordo com o acordo que encerrou seu contrato com a Ferrari, o time italiano pagaria R$ 43,5 milhões (€17 milhões) se o finlandês não corresse no próximo ano. Se ele decidir por entrar na pista, o valor cai para R$ 25,5 milhões (€10 milhões), 18 milhões a menos. A McLaren teria oferecido a Raikkonen um contrato de apenas R$ 13 milhões (€5 milhões). Somado, o finlandês receberia, correndo em 2010, R$ 38,5 milhões (€15 milhões), R$ 5 milhões a menos. Steve e David Robertson, empresários do piloto, tentam que a equipe inglesa aceite pagar o salário integral e concorde com aparições reduzidas de Kimi em eventos promocionais. Nick Heidfeld, ex-BMW Sauber, é o plano B da McLaren. Em uma entrevista à imprensa alemã, o veterano disse que não afasta a possibilidade de ir para nenhuma equipe. Reuters
Escrito por Marco Aurelio Klein às 19h20
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De visita
Alonso visita fábrica da Ferrari pela primeira vez e é recebido por MontezemoloDas agências internacionais Em Roma (Itália) O espanhol Fernando Alonso fez sua primeira visita à fábrica da Ferrari, na manhã desta sexta-feira, em Maranello. De acordo com a escuderia italiana, o encontro ocorreu de forma não-oficial, pois o bicampeão mundial ainda está sob contrato com a Renault.
Alonso aproveitou a visita para conversar com alguns mecânicos e foi recebido pelo presidente da Ferrari, Luca di Montezemolo, que fez questão de recepcionar o mais novo piloto da escuderia italiana em um encontro de meia hora.
O bicampeão mundial, que acertou um contrato de três anos com a equipe italiana, também deu algumas voltas no circuito privado de Fiorano, a bordo de uma Ferrari 458 Itália. Ainda visitou o túnel de vento da escuderia e aproveitou para sentar no cockpit do carro de 2010.
A Ferrari será a quarta equipe de Alonso na Fórmula 1. O espanhol debutou na categoria em 2001, na Minardi. Foi bicampeão mundial com a Renault, em 2005 e 2006, além de uma passagem pela McLaren, em 2007.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 18h43
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Trote
Homem se passa pelo presidente Lula e dá entrevista a rádio da Austrália Redação Portal IMPRENSA Uma pessoa ainda não identificada se passou pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deu entrevistas para emissoras de rádio no exterior. Segundo o Blog do Boleiro, de Luciano Borges, na última segunda-feira (2), emissoras que mantêm programas em língua portuguesa, como a SBS, da Austrália, e um canal estatal no Timor Leste, receberam um email de um suposto assessor de Lula, chamado Caio Martins, oferecendo uma entrevista individual com o presidente. De acordo com o e-mail - que continha vários erros de pontuação e grafia - Lula estaria preocupado em tranquilizar estrangeiros quanto à questão da segurança no Rio de Janeiro (RJ) durante as Olimpíadas de 2016. A justificativa do contato por email seria o fuso horário. Na manhã desta sexta-feira (6), mesmo desconfiada, a jornalista gaúcha Beatriz Wagner, produtora executiva do programa de língua portuguesa da SBS, fez a entrevista com o falso Lula. O suposto assessor, chamado Caio Martins, afirmou que o presidente ligaria para o estúdio da emissora, direto do Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Beatriz falou por 23 minutos com um homem com a voz idêntica à de Lula e com um jeito de falar parecido, informou o Blog do Boleiro. O homem falou sobre as Olimpíadas e, perguntado sobre outros temas, o falso Lula não soube responder direito. Na ocasião, o suposto Lula chamou o presidente norte-americano, Barack Obama, "meu amigo escurinho", e ao comentar sobre a crise financeira mundial, disse que "o mundo teve que nos engolir goela abaixo". A jornalista consultou o cônsul geral na Austrália, Kywai de Oliveira, e o diplomata estranhou o teor da entrevista. Além disso, no momento em que conversaram o verdadeiro Lula estava dentro do avião, retornando da Inglaterra. Ao consultar correspondentes do Brasil, a jornalista descobriu que Caio Martins havia oferecido a mesma entrevista ao serviço de língua portuguesa da Rádio Canadá, em Montreal, e por isso, a gravação não foi levada ao ar. Procurada pelo Portal IMPRENSA, a assessoria de imprensa da Presidência da República informou que não estava ciente sobre o caso. O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) informou que vai investigar o incidente.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 18h39
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Arsenal
Escrito por Marco Aurelio Klein às 18h37
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Festa em New York
NY Yankees batem os Phillies e vencem a World Series pela 27ª vez Em Nova York (EUA)
Com grande atuação do japonês Hideki Matsui, o New York Yankees venceu na noite de quarta-feira o Philadelphia Phillies por 7 a 3 e conquistou a World Series, a final do beisebol norte-americano, pela 27ª vez. A equipe fechou a série final em 4 a 2, depois de ter perdido o primeiro jogo da série, vencido três jogos seguidos e desperdiçado a primeira chance de fechar a série, na segunda.
Foram nove anos de espera para os nova-iorquinos chegarem a mais um título. Nem mesmo os campeões da temporada 2008 conseguiram parar Matsui & Cia. O japonês, inclusive, se tornou o primeiro representante de seu país na história a faturar o prêmio de Jogador Mais Valioso (MVP) da World Series. Ele marcou três home-runs nos playoffs e teve um aproveitamento de 61,5% nas rebatidas.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 14h32
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Adeus ou até logo?
Toyota confirma sua saída da Fórmula 1 O italiano Jarno Trulli foi um dos pilotos da Toyota durante esta temporada Toyota, maior fabricante mundial de veículos, anunciou oficialmente nesta quarta-feira que, por razões econômicas, está se retirando da Fórmula 1, que a partir da próxima temporada não terá escuderias japonesas. Em comunicado, a empresa confirmou as informações publicadas anteriormente pelo jornal japonês "Mainichi". A Toyota se une a outras marcas japonesas que decidiram abandonar o automobilismo, como Honda na Fórmula 1, ou Suzuki e Subaru no Mundial de Rally. A maior montadora mundial de automóveis dá prosseguimento assim à redução de gastos, após a expressiva queda nas vendas. A empresa já limitou o número de funcionários com contrato temporário, assim como a capacidade das fábricas.
A Toyota já anunciara em julho que abria mão de organizar o Grande Prêmio de F-1 do Japão a partir de 2010 no circuito de Monte-Fuji, também por razões orçamentárias. "Ao considerar as atividades de competição para o próximo ano e além, em médio prazo, Toyota Motor decidiu retirar-se da Fórmula 1, levando em conta a grave situação econômica atual", afirma o fabricante japonês, que leva dois anos fiscais consecutivos de perdas. A equipe japonesa começou a participar da Fórmula 1 em 2002 e seus planos eram continuar até 2012, mas a "grave situação econômica atual", como assinala na nota, provocou uma retirada antecipada da modalidade mais famosa do automobilismo mundial. Em 2009, a Toyota foi a quinta colocada no Mundial de Construtores e teve como dupla de pilotos durante grande parte do ano o italiano Jarno Trulli (32,5 pontos) e o alemão Timo Glock (24 pontos). Nas corridas finais, no Brasil e em Abu Dhabi, Glock, que ainda se recuperava de uma lesão na vértebra sofrida no GP do Japão, foi substituído por Kobayashi, que foi bastante elogiado e marcou três pontos nos dois GPs. Resultados financeiros serão divulgados nesta quinta A empresa japonesa divulgará nesta quinta-feira seus resultados financeiros no primeiro semestre fiscal, de abril a setembro, no qual se preveem mais números vermelhos. Segundo a agência local "Kyodo", a decisão tomada pela Toyota pretende diminuir o custo milionário de sua participação na alta competição e agora espera encontrar um comprador na Europa para sua escuderia. A Honda, que saiu da F1 no final da temporada 2008, vendeu sua escuderia à Brawn GP, ganhadora da competição desde ano com o piloto Jenson Button. Em seu comunicado, Toyota Motor agradece o apoio dos torcedores por respaldo e assegura que tratará de conseguir a melhor solução para os empregados de sua escuderia e aqueles que se veem afetados por esta decisão. No passado ano fiscal, concluído em março, a empresa japonesa teve suas primeiras perdas líquidas e operativas de sua história, e para este ano espera repetir os números vermelhos. Entre abril de 2008 e março de 2009 a Toyota perdeu 436,937 bilhões de ienes (R$ 8,4 bilhões) e calcula que no ano que acabará em março de 2010 perderá outros 450 bilhões de ienes (R$ 8,7 bilhões). Reuters
Escrito por Marco Aurelio Klein às 15h32
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Dono do Chelsea
Escrito por Marco Aurelio Klein às 07h53
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Mais das memórias de Andre Agassi
Agassi admite ter jogado de peruca Andre Agassi em Roland Garros, em 1990 Andre Agassi disputou o torneio de Roland Garros em 1990 usando uma peruca para esconder os primeiros traços da calvície. O americano, que só adotou o visual com a cabeça raspada em 1995, faz a revelação em sua biografia, que será lançada nos Estados Unidos no dia 9 de novembro. A revista "People" publicou alguns trechos da publicação nesta semana.
"Claro que eu poderia ter jogado sem peruca, mas eu estava muito preocupado. Imagem é tudo? O que diriam se soubessem da peruca? Ganhasse ou perdesse, não falariam de meu jogo. Só falariam do meu cabelo. Posso fechar os olhos e quase escutá-los. Não sei se conseguiria aguentar", diz o livro chamado "Open" ("Aberto", em inglês).
Na biografia, Agassi também conta que a peruca quase caiu antes de uma das partidas no Grand Slam parisiense. Seu irmão, então, saiu correndo pela cidade em busca de grampos de cabelo que ajudassem a fixar o adereço. A publicação do americano gerou polêmica já na última terça-feira, quando seus primeiros trechos foram antecipados pelo jornal inglês "The Times". O diário revela a admissão do americano em relação ao uso de drogas. No livro, Agassi conta que tomou metanfetamina por cerca de um ano e que foi flagrado em um exame antidoping . O tenista, então, mentiu para a ATP para escapar de punição. AFP
Escrito por Marco Aurelio Klein às 07h49
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O Tietê
Memórias Fui sócio do Tietê desde que me entendi por gente, ou antes ainda. E até os dezenove ou vinte anos. Um dia qualquer, simplesmente deixei de ir. Ficou apenas a carteirinha original, com uma foto dos cinco anos de idade. Como eu, muita gente. Antes disso, na infância e adolescência, o clube era a referência do esporte, do convívio. Do ar de esporte que se respira num vestiário de um clube grande. Nas quadras de tênis do clube, treinava a grande Maria Esther Bueno. Que muita gente boa, que se supõe "entendida" no esporte mal ouviu falar, mas que encantou o mundo do tênis em geral e Wimbledon em particular. E que morava quase em frente ao clube. Me lembro muito também do meu primeiro contato com a pista de atletismo. Que me parecia enorme. Como incrivelmente altos pareciam os aros da cesta na quadra do basquete. Os enfrentava jogando com meu primo. Me lembro dos shows dos Aqualoucos na piscina principal. Espécie de Três Patetas aquáticos dando piruetas lá do último trampolim. Hilários. Geniais! E eu ainda nem aprendi a nadar. Me lembro das matinês de carnaval, domingos e terça e dos pirralhos se achando grandes o suficiente para ir também nas chamadas "soirées". Um dia deu certo. Antes, o mico proporcionado por mãe cuidadosa e dedicada com as festas à fantasia. Uma vez ganhei um prêmio (acho que foi um jogo de boliche caseiro, algo com pinos de plástico e bolas de borracha) de originalidade fantasiado de caubói. Como pode uma fantasia de caubói ser original. Vai ver eram as cartucheiras brancas com pedras coloridas. Cada coisa, hein mãe??? Lembro muito bem de sair com mamãe no bote a remo, percorrendo o Tietê desde a ponte das Bandeiras (onde está o clube) até a ponte da Vila Guilherme. Lembro que o rio já era muito sujo, mas não estava ainda compactado pela imundíce tóxica de hoje. A experiência do remo foi muito boa. Uma São Paulo que ficou para trás, como o Tietê, rio e clube. Como poderia dar certo um rio que corre ao contrário?
Escrito por Marco Aurelio Klein às 16h39
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Clube de Regatas Tietê
Réquiem por um clube O tradicional Regatas Tietê perde o direito de usar o terreno onde está há 102 anos Raul Zito, Veja SP Localizados no bairro da Ponte Pequena, os 64 000 metros quadrados do Clube de Regatas Tietê, que completou 102 anos em junho, devem ganhar novos visitantes em breve. Proprietária da área, a prefeitura anunciou que não renovará o contrato de comodato vencido na quarta passada (28) e vai transformá-la em Clube Escola. A última renovação ocorreu há quarenta anos. Este pode ser o capítulo final da história de uma associação que viveu tempos de requinte e prestígio mas teve seu brilho ofuscado pela poluição do rio que a batizou. Até os anos 70, o Regatas Tietê era frequentado por integrantes de famílias paulistanas tradicionais, que praticavam ali natação, esgrima, balé, judô e atletismo. João Senna, avô do piloto Ayrton, remava nas então límpidas águas do Tietê. O presidente de honra da Fifa, João Havelange, e a primeira atleta sul-americana a disputar uma Olimpíada, a nadadora Maria Lenk, começaram a dar suas braçadas ali. Das quadras de tênis saiu Maria Esther Bueno, vencedora do torneio de Wimbledon em 1959, 1960 e 1964.
Mas as glórias do passado ficaram na memória. Há uma década, o clube reunia 30 000 sócios. Hoje, restaram 3 312, dos quais apenas 800 são pagantes regulares. A mensalidade cobrada é de 35 reais. C om o objetivo de aumentar a receita, a administração aluga suas dependências para a realização de casamentos, festas de aniversário e baladas. O valor cobrado varia entre 12 000 e 30 000 reais. Somadas, as arrecadações dão, em média, 170 000 reais por mês. Mesmo assim, o clube amarga 30 milhões de reais em dívidas - especialmente oriundas de ações trabalhis tas. ' A prefeitura poderia nos dar mais um voto de confiança ', afirma Edson Oliveira Rocha, esgrimista e presidente da entidade. ' Vou entrar na Justiça para impedir que nos tirem esse espaço. '
Segundo Walter Feldman, secretário municipal de Esportes, Lazer e Recreação, a decisão é irreversível. ' Entendo o descontentamento da atual gestão, mas as administrações passadas afundaram o lugar ', diz. Instalados parcial ou totalmente em terrenos municipais, clubes como Palmeiras, Corinthians, Portuguesa e Espéria não enfrentam a mesma ameaça. ' Essa devolução é restrita ao Tietê. Não dá para um terreno gigante ficar na mão de tão poucos. ' Nesta semana, o secretário vai discutir a transição da área. Criado em 2007, o projeto Clube Escola consumiu 114 milhões de reais dos cofres municipais para a realização de obras em 320 espaços (entram na lista campos de futebol de várzea e quadras poliesportivas). Em sua nova destinação, o complexo, que conta com sete quadras de tênis, cinco piscinas, cinco quadras externas, cinco ginásios fechados, um campo de futebol oficial e uma pista de atletismo, pode abrir as portas ao público já a partir do ano que vem. O corpo conselheiro do Tietê se sente injustiçado. No início do ano, Feldman e o ministro do Esporte Orlando Silva, pediram ao clube que aceitasse a instalação da Faculdade Zumbi dos Palmares no local (veja o quadro abaixo). ' Fomos enganados, pois disseram que assim renovariam nossa concessão ', afirma Sally Palmeiro, integrante do grupo.
Bom Retiro, Luz, Barra Funda, Ponte Pequena...
Criada em 2003 pela ONG Afrobras, a Faculdade Zumbi dos Palmares nasceu com o objetivo de ter metade de suas vagas ocupadas por alunos autodeclarados negros. Hoje, 87% dos 1 800 estudantes de seus quatro cursos, que pagam em média 295 reais de mensalidade, se enquadram nessa proposta. Mesmo em expansão - em 2010, terá graduação em publicidade e pós-graduação em gestão estratégica de negócios, gestão financeira e gestão de recursos humanos -, teve de cumprir ordem de despejo em dezembro passado. O motivo? Atraso de pagamento do aluguel de 225 000 reais, referente ao imóvel de 15 000 metros quadrados que ocupou na Barra Funda por três anos. Assim, instalou-se às pressas em um prédio que fica no Clube de Regatas Tietê. Acertou de repassar apenas 40 000 reais mensais ao clube para os custos de água, luz e manutenção. ' Até hoje não recebemos nenhum centavo ', afirma o presidente do clube, Edson Oliveira Rocha. A faculdade nega. ' Pagamos nossas contas, sim”, diz a diretora financeira e vice-presidente Raquel Costa. O secretário Walter Feldman não pensa em tirar a Zumbi dos Palmares dali. ' Mas ela terá de arcar com suas despesas. ' O anúncio é um alívio para os alunos. Antes de mudar da Barra Funda para a Ponte Pequena, a faculdade já havia passado pelo Bom Retiro e pela Luz.
Escrito por Marco Aurelio Klein às 14h48
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Estipêndio
A revista Arabian Business, editada nos Emirados Árabes e vendida em vários países do Oriente Médio, divulgou uma lista com os salários dos pilotos da Fórmula-1. Pelo levantamento, o primeiro colocado é o finlandês Kimi Raikkonen, que até o fim do ano receberá R$ 80 milhões da Ferrari. Seu companheiro na equipe, o brasileiro Felipe Massa, ganha o equivalente a R$ 14 milhões a menos e ocupa a quinta posição na lista. O pódio dos pilotos com maior salário da Fórmula-1 é completado por outros dois campeões mundiais: Lewis Hamilton (R$ 32 milhões) e Fernando Alonso (R$ 26 milhões). A nova campeã mundial Brawn GP tem salários bem mais modestos, já que foi montada a partir do espólio da Honda e sem grandes patrocinadores. Jenson Button, que reduziu em 80% seu salário em relação a 2008, ganha R$ 8,8 milhões, enquanto Rubens Barrichello acabará o ano com R$ 1,7 milhão. Veja a lista divulgada pela Arabian Business: 1º - Kimi Raikkonen (FIN) Ferrari - R$ 80 milhões 2º - Lewis Hamilton (ING) McLaren - R$ 32 milhões 3º - Fernando Alonso (ESP) Renault - R$ 26 milhões 4º - Nico Rosberg (ALE) Williams - R$ 15 milhões 5º - Felipe Massa (BRA) Ferrari - R$ 14 milhões 6º - Jarno Trulli (ITA) Toyota - R$ 11,5 milhões 7º - Sebastian Vettel (ALE) Red Bull - R$ 10,6 milhões 8º - Mark Webber (AUS) Red Bull - R$ 9,7 milhões 9º - Jenson Button (ING) Brawn - R$ 8,8 milhões 10º - Robert Kubica (POL) BMW Sauber - R$ 8 milhões 11º - Heikki Kovalainen (FIN) McLaren - R$ 6,2 milhões 12º - Nick Heidfeld (ALE) BMW Sauber - R$ 4,9 milhões 13º - Timo Glock (ALE) Toyota - R$ 3,5 milhões 14º - Giancarlo Fisichella (ITA) Force India/Ferrari - R$ 2,6 milhões 15º - Sebastien Buemi (SUI) Toro Rosso - R$ 2,6 milhões 16º - Rubens Barrichello (BRA) Brawn - R$ 1,7 milhão 17º - Jaime Alguersuari (ESP) Toro Rosso - R$ 800 mil *- Os pilotos Vitantonio Liuzzi e Adrian Sutil, da Force India, Romain Grosjean, da Renault, e Kazuki Nakajima, da Williams, não entraram na lista.
LANCEPRESS
Escrito por Marco Aurelio Klein às 11h46
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